quinta-feira, 29 de setembro de 2011

PENSE



Amigo, por que essa busca intensa atrás do nada?
Por que corre sedento para a fonte que se esgotou e deixa a que está a jorrar?
Por que caminhas pelo deserto árido e deixa a terra fértil, que mana leite e mel?
Por que viver fugindo de você mesmo, quando poderia se encontrar?
Por que satisfaz todos os teus desejos e não se sente satisfeito?
Por que procura levar paz aos outros, se no seu coração só há conflitos:
Por que ri e canta, se no âmago sua alma geme e soluça?
Por que demonstras que é forte, invencível, frio… sabendo és tão dependente como a criança e tão frágil como a rosa que de manhã é bela e à noite não existe?
Por que há tanta gente ao seu redor e você  e você se sente só, há um vazio que ninguém consegue preencher?
Por que fala aos outros que é feliz e realizado, quando essa não é a realidade?
Por que foge da verdade, apegando-se a mentira, formulando conceitos que acha certo, e se confunde, se contradiz, perdendo-se cada vez mais?
Por que se afasta do divino para ficar com o humano, e vai se tornando um irracional?
Por que se esquece de que o ser humano tem mente para pensar e coração para amar?
Você já parou na corrida da vida para meditar nas suas ações ou fecha os olhos, e se acovarda para não ver?
Você já pensou que não é o dono de sua própria viva e sim responsável por ela?
Acaso você pode me dizer quando seu coração vai parar de pulsar, seus olhos se cerrarem para nunca mais se abrir?
Você tem conversado e acertado as contas com o Dono de sua vida?
Sabe que muito em breve terá que enfrentá-lo face a face?
Pare! Talvez você esteja a duzentos por hora, prestes a sofrer um desastre fatal!
Retorne, enquanto você pode ver, ouvir e sentir o privilégio de viver eternamente!

 
(Autora: Marinete da Silva Pintor)

MÃOS





Oh, quanto almejaria tocar naquelas mãos!
Mãos que se preocuparam muito mais em dar que receber.
Mãos que se estenderam para abençoar e repreender.
Mãos que se  detiveram ante o sofrimento alheio.
Mãos que não hesitaram em pegar um martelo, na labuta pelo sustento.
Mãos que com submissão se abaixaram para lavar os pés de alguém.
Mãos que ergueram do pó o desvalido e abateram o orgulho dos presunçosos.
Mãos que se dedicaram em guiar outras mãos no caminho do bem.
Mãos que apontaram para cima, quando outras indicam o que é terreno.
Mãos que se abriram para repartir, enquanto outras ficaram fechadas para reter.
Mãos que não descansaram enquanto não obtiveram a certeza da missão cumprida.
Mãos que puderam falar, transmitindo mensagens que determinaram o destino de muitos.
Mãos banhadas de sangue na Cruz do Calvário, por ti e por mim.
Oh, obrigado Jesus! Muito obrigado por estas mãos queridas que naquele dia haverão de se estender para o convite: – Vinde benditos de Meu Pai, possui o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.”


(Autora: Maria Monteiro de Siqueira)

SÓ CRISTO



Só Cristo é o caminho, mas você pode indicá-lo aos outros.
Só Cristo é a luz, mas você pode fazê-lo brilhar aos olhos de seu irmão.
Só Cristo é a vida, mas você pode restituir aos outros o desejo de viver.
Só Cristo pode dar fé, mas você pode dar seu testemunho.
Só Cristo pode infundir a esperança, mas você pode restituir a confiança ao irmão.
Só Cristo pode dar amor, mas você pode ensinar seu irmão a amar.
Só Cristo pode dar a saúde, mas você pode orientar e guiar.
Só Cristo pode dar a paz, mas você pode semear a união.
Só Cristo pode dar a força, mas você pode apoiar quem desanimou.
Só Cristo pode dar alegria, mas você pode sorrir a todos.
Só Cristo pode fazer o impossível, mas você sempre poderá fazer o possível.
Só Cristo se basta a Si mesmo, mas Ele preferiu contar com você!

 
(Autor desconhecido)

SEJA O PRIMEIRO



Quando tudo parece caminhar errado, seja você o primeiro a tentar dar o passo certo;
Se tudo parecer escuro, se nada puder ser visto, acenda você a primeira luz, trazendo para as trevas a pequena lâmpada;
Quando todos estiverem chorando, tente você o primeiro sorriso; talvez, não na forma de lábios ridentes, mas na de um coração que compreenda, de braços que confortem;
Se a vida inteira for um imenso não, não pare você na busca do primeiro sim, ao qual tudo de positivo deverá seguir-se;
Quando ninguém souber coisa alguma, e você souber um pouquinho, seja o primeiro a ensinar, começando por aprender você mesmo, corrigindo-se a si mesmo;
Quando alguém estiver angustiado à procura, consulte bem o que se passa, pois talvez seja em busca de você mesmo que este seu irmão esteja, daí, portanto, o seu dever de ser o primeiro a aparecer, o primeiro a mostrar-se, o primeiro que pode ser o único e, mais sério ainda, talvez o último;
Quando a terra estiver seca, que sua mão seja a primeira a regá-la;
Quando a flor se sufocar na urze e no espinho, que sua mão seja a primeira a separar o joio, a arrancar a praga, a afagar a pétala, a acariciar a flor;
Se a porta estiver fechada, de você venha a primeira chave;
Se o vento sopra frio, que o calor de sua lareira seja a primeira proteção e o primeiro abrigo;
Se o pão for apenas massa e não estiver cozido, seja você o primeiro forno para transformá-lo em alimento.
Não atire a primeira pedra em quem erra. De acusadores o mundo está cheio. Nem, por outro lado, aplauda o erro, pois dentro em pouco a ovação será ensurdecedora;
Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu; sua atenção primeiro para aquele que foi esquecido;
Seja você o primeiro para aquele que não tem ninguém;
Quando tudo for espinho, atire a primeira flor, seja o primeiro a mostrar que há caminho de volta, compreendendo que o perdão regenera, que a compreensão edifica, que o auxílio possibilita, que o entendimento reconstrói.
Atire, você, quando tudo for pedra, a primeira e decisiva flor.

(Autor Desconhecido)

O PRATO DE MADEIRA




O texto abaixo circulou anos atrás na internet. Porém, é mais atual do que nunca pela reflexão que nos obriga a fazer:


Um frágil e velho homem foi viver com seu filho, nora, e o neto mais velho de quatro anos. As mãos do velho homem tremiam, a vista era embaralhada e o seu passo era hesitante.

A família comia junto à mesa. Porém, as mãos trêmulas do avô ancião e sua visão falhando, tornavam difícil o ato de comer. Ervilhas rolaram da colher dele sobre o chão. Quando ele pegou seu copo, o leite derramou na toalha da mesa.
A bagunça irritou fortemente seu filho e nora:
 
- “Nós temos que fazer algo sobre o Vovô”, disse o filho.
- “Já tivemos bastante do seu leite derramado, ouvindo-o comer ruidosamente, e muita de sua comida no chão”.

Assim o marido e esposa prepararam uma mesa pequena no canto da sala. Lá o vovô comia sozinho enquanto o resto da família desfrutava do jantar no lugar costumeiro. Desde que o avô tinha quebrado um ou dois pratos, a comida dele passou a ser servida em uma tigela de madeira.

Quando a família olhava de relance na direção do vovô, às vezes percebiam nele uma lágrima em seus olhos por estar só. Ainda assim, as únicas palavras que o casal tinha para ele eram advertências acentuadas quando ele derrubava um garfo ou derramava comida.

O neto mais velho de quatro anos assistiu tudo isso em silêncio. Uma noite, antes da ceia, o pai notou que a criança estava brincando no chão com sucatas de madeira.

Ele perguntou, então, docemente para o garotinho: “O que você está fazendo?” Da mesma maneira dócil, o menino respondeu: “Oh, eu estou fabricando uma pequena tigela para você e mamãe comerem sua comida quando eu crescer”.

O neto mais velho de quatro anos sorriu e voltou a trabalhar.

As palavras do menino fizeram os pais emudecer. Então, lágrimas rolaram de seus rostos. Não era preciso falar nada. Sabiam o que precisava ser feito. 

Aquela noite o marido pegou a mão do vovô e com suavidade o conduziu atrás da mesa familiar.
Para o resto de seus dias de vida ele comeu sempre com a família. E por alguma razão, nem marido nem esposa pareciam se preocupar mais quando um garfo era derrubado, ou leite derramado, ou que a toalha da mesa tinha sujado.

As crianças são notavelmente perceptivas. Os olhos delas sempre observam, suas orelhas sempre escutam e suas mentes sempre processam as mensagens que elas absorvem. Se elas nos vêem pacientemente providenciar uma atmosfera feliz em nossa casa, para nossos familiares, elas imitarão aquela atitude para o resto de suas vidas.

Os pais sábios percebem que o alicerce do futuro da criança está diariamente sendo construído.

(Autor desconhecido)

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Na Busca Pelo Reavivamento

Reavivamento

É um movimento global, mas que precisa acontecer individualmente. Começa com o buscar a Deus no início do dia. A seguir, deve levar famílias a cultivarem o hábito de realizar o culto familiar. E por fim, vai alcançar igrejas, que devem ser motivadoras do processo. Porém o Reavivamento só terá sentido se levarem você, cheio do Espírito Santo, a participar do movimento final de pregação do evangelho para este mundo, antes da volta de Cristo.
Busque a cada dia seu Reavivamento através do Estudo da Bíblia, esse é um dos primeiros passos para se Reavivar, “Achada as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome sou chamado, ó SENHOR Deus dos Exércitos”. Jeremias 15:16.

" O plano de Satanás é enfraquecer a fé do povo de Deus nos Testemunhos. Em seguida vem o ceticismo no tocante aos pontos vitais de nossa fé, as colunas de nossa posição, depois as dúvidas acerca das Escrituras Sagradas, e então a caminhada descendente para a perdição. Quando os Testemunhos, nos quais se acreditava anteriormente, são postos em dúvida e rejeitados, Satanás sabe que as pessoas enganadas não pararão aí; e ele redobra os seus esforços até lançá-las em rebelião aberta, que se torne irremediável e termine em destruição." 
Testimonies, vol. 4, pág. 211.
Ellen G. White, escritora norte-americana.

Busque-mos ao Senhor para que possamos nos fortalecer de forma que nem mesmo consigamos entender, pois só Deus com seu Espírito de Amor nos concede Misericórdia. Que Deus nos Abençoe.